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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Isto é uma cópia. Foi tudo de improviso.




Se um coelho branco cruzar o seu caminho uma vez e você não segui-lo até a sua toca, isso é desculpável. Na segunda vez, jamais. Entremos na toca!
(Apenas interrompi o texto para me certificar de que seu começo chegaria ao seu endereço.)
Este texto está sendo escrito às 07:17h deste mesmo dia. Ou seja, além de hora marcada, ele também tem endereço exato.

Para Alice, ou A Menina de Cabelos Dourados

Não se assuste Alice.
Não sei se sou eu quem persegue o seu relógio ou se é você quem persegue o meu.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Quem sabe a vida é não sonhar

Malandragem (Frejat / Cazuza)



Quem tem um sonho não dança

Bete Balanço (Frejat / Cazuza)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Através de As Viagens de Gulliver Jonathan Swift usou as convenções literárias de sua época para, ao mesmo tempo, criticá-las a alçá-las a novos patamares formais. Tempo passado, o roteiro de sua invenção acaba se sobressaindo à sua estrutura; situação comum que aplaca toda e qualquer narrativa que sobrevive ao passar dos anos.
Transposta para linguagens de massa, especialmente a cinematográfica, a literatura acaba ficando na memória coletiva através apenas de sua superficial narrativa. Sua estrutura, que denota certa época muito além do seu simples paisagismo, não sobrevive e a obra de Swift fica relegada a simples diversão pueril, literatura infanto-juvenil.
Para aprofundamentos não hollywoodianos, ver:

DOS SANTOS, Roger M. As Viagens de Gulliver e a ascensão do romance inglês. 2006. viii, 110 f. Dissertação (Pós-Graduação em Letras) - Universidade de São Paulo, 2006.

Travels into Several Remote Nations of the World, in Four Parts. By Lemuel Gulliver, First a Surgeon, and then a Captain of Several Ships


Art by Lilian Chesney - 1943.

Um inimigo inteligente é melhor do que um amigo estúpido.

Provérbio africano.